Editorial
Por Cleyton Andrade
E se eu fosse puta…sem ponto de interrogação, Eu travesti, também sem ponto final, com certeza. Mas, talvez, de interrogação. Seja Princesa numa Viagem solitária ou A queda para o alto em meio ao turbilhão diante dO sexo dos tubarões, ou somente em versos sem rima de Mem(orais): Poéticas de uma byxa-travesty. Seja como for, ainda assim seriam tipo vidas secas, ditas, ou malditas, como Vidas trans: a coragem de existir[1].
São diversos nomes, histórias e tentativas de soluções. Poderiam ser Diadorim, no singular ou plural, no coletivo ou uma a uma – é, ou não, para usar o “a” neste caso? É literatura trans! Elas chamam a atenção tanto para as pessoas trans que publicaram estes livros, quanto para as personagens destes mesmos livros. Assim gosta de definir Amara Moira, uma das convidadas do último Fórum Zadig Trans:Leituras.






