Exibindo todos 12 resultados

CARTEL, NOVAS LEITURAS

R$ 50,00

“Tenho o prazer e a honra de apresentar a vocês, leitores, a nova coletânea da Escola Brasileira de Psicanálise (EBP) sobre o cartel, que traz novas leituras aos interessados pela formação do psicanalista de orientação lacaniana […] Suas páginas reúnem valiosas contribuições sobre o tema, elaboradas por autores da EBP e de outras Escolas da Associação Mundial de Psicanálise (AMP), que se debruçaram sobre ele. São relatos de experiências sobre o “órgão de base”, aplicações variadas da “elaboração sustentada em pequeno grupo”, mostrando que essas formações coletivas são de um tipo muito particular.” (Do prefácio, Angelina Harari)

CURINGA 51

R$ 60,00

Sumário – Curinga 51

As parcerias contemporâneas

 

CARTAS NA MESA

 

A ética do corpo falante na era do direito ao gozo

Laura Rubião

 

INTERNACIONAL

 

O Um na infância

Fabian Fajnwaks

 

O racismo e a supervisão

Anaélle Lebovits-Quenehen

 

TEXTOS TEMÁTICOS

 

Amor e antiamor em Amy Winehouse

Jésus Santiago

 

Una, a única

Andréa Eulálio de Paula Ferreira

 

Novo amor: uma encruzilhada do amor

Kátia Marias

 

Lacan com Santa Tereza

Fernanda Costa

 

Breves considerações sobre a suspensão da letra

ou um poema de amor ao modo autista?

Paula Pimenta

 

Tão longe quanto impossível:

A psicanálise, seus pares e seu ímpar1

Marcia Rosa

 

EXTIMIDADES

 

Fio de corte na língua da fome

Sabrina Sedelmayer

 

RESSONÂNCIAS DO PASSE

 

“The vindication of ‘Rubbish”

Sandra Arruda Grostein

 

No limiar, sem encontrar a porta

Sérgio Laia

 

RADAR

 

Um outro sentido para o corpo: o sexto sentido

Miquel Bassols

 

1,2,3,4 TOMO I – LOS CURSOS PSICOANALÍTICOS DE JACQUES-ALAIN MILLER

R$ 169,00

Uma estrutura quadripartida é sempre exigida do inconsciente na construção de uma ordem subjetiva ”. Essa frase, extraída por Jacques-Alain Miller dos Escritos, orienta uma jornada esclarecedora pelo ensino de Lacan, seguindo uma continuidade inesperada ao invés de pontos de ruptura. O Lacan do significante e aquele que qualificou a lógica como a “ciência do real” se reúnem em uma fórmula de 1966: “o inconsciente procede da lógica pura”.

O curso traça um percurso, a partir de uma dialética articulada com a estrutura em torno de uma função de exclusão, passando por uma perfuração das modalidades que o lugar central do que não deixa de ser anotado, até que termina no impossível de verificar logicamente. , equivalente a “não há relacionamento sexual.” Este axioma decisivo, o reverso daquele que o fantasma aspira fixar, resulta de um percurso pelo que a escrita permite e pelas condições que ela exige. Também um passeio pelos lugares e modalidades por que passa o sujeito para dizer o que escapa a toda articulação em termos de verdade.

Assim, revela-se o aparato mínimo, necessário e suficiente para especificar a impossibilidade que está em jogo no caso da realidade. Miller destaca a estrutura quaternária das fórmulas de sexuação, revelando detalhes altamente iluminadores em sua construção.

O TEMPO O OBJETO NA CLÍNICA PSICANALÍTICA COM CRIANÇAS – Clínica Psicanalítica com Crianças VOL 1

R$ 70,00

A construção proposta sob o título “O tempo e o objeto na clínica psicanalítica com crianças” demonstrou-se complexa em todo seu percurso, uma vez que os termos envolvidos – a criança, o objeto e o tempo – erigem cada um deles um edifício próprio para sua sustentação, fazendo-se necessária uma descrição das maneiras como se engendram esses termos na clínica psicanalítica com crianças. A psicanálise revela que a infância inaugura um tempo de encontro do sujeito com suas perguntas fundamentais sobre o sexo e a existência. Freud pode escutar em sua clínica, a criança que existe no adulto, a neurose infantil que emerge na fala do sujeito e em sua conduta, que repete o que não pode ser rememorado. A clínica psicanalítica testemunha os obstáculos encontrados pelo sujeito no caminho da satisfação de seu desejo, pela via do objeto. O objeto a é, legitimamente, uma invenção de Lacan: nem tudo em análise será transformado em palavras. Há algo que resiste à significação, o objeto a que é então reduzido a uma função lógica de representar o que não pode ser representado. Assim, o objeto não é um dado a priori, ele terá que ser construído no interior da experiência psicanalítica – eis um dos desafios para os psicanalistas de crianças.

Tributo a Célio Garcia

R$ 65,00

Sumário

Prefácio

Testemunhos

 

Célio Garcia: entre a diplomacia e o ministério – Alberto Murta

Célio Garcia , em Belo Horizonte: uma homenagem – Ana Maria Lobosque

Para Célio, ainda – Andréa Gontijo Álvares

Dois momentos –  Bernardino Horne

Célio Garcia, uma psicanalista – Cleyton Andrade

A videira e o morang0 – Celso Rennó Lima

Célio Garcia: “Para onde vai o amor quando o amor acaba?” – Cristiane Barreto

Que saudade! – Cristina Drummond

Carta sobre Célio Garcia. Internet e estilo – Cristina Sandra Pinelli Nogueira

Do que se trata – Cristina Vidigal

O filme (de rua) como pro-jeto de vida – Daniel Carneiro e Joanna Ladeira

4+1 Encontros com Célio Garcia – Dário de Moura / Débora Matoso

Eneida Santos / Marcos Bortolo

Um orientador sutil – Elisa Alvarenga

Minha análise com Célio Garcia – Fabíola Botelho Campos Serrano

Do asfalto vermelho a um chá em Paris – Fernando Antônio Botoni

Confissões – Francisco Paes Barreto

Papéis no chão: lembranças de Célio Garcia – Frederico Feu de Carvalho

O inconsciente é a rua Santa Maria de Itabira ao anoitecer – Gilson Iannini

Célio Garcia: considerações acerca de sua presença no mundo – Ilka Franco Ferrari

Com suas palavras – Inês Seabra Abreu Rocha

Encontros com Célio Garcia – Iordan Gurgel

Uma presença inquietante – Jefferson Machado Pinto

Célio Garcia: o professor – José de Anchieta Corrêa

Encontro com o desassossego – Juliana Motta Meirelles

Da cumplicidade amiga – Lázaro Elias Rosa

“Me inclua fora dessa” – Ludmilla Feres Faria

Célio Garcia, uma forma de existência – Marcela Antelo

Um homem livre – Maria do Carmo Duarte-Ferreira

Célio Garcia e a construção da interface entre a Psicanálise e o Direito – Maria José Gontijo Salum

O psicanalista a ser inventado – Musso Greco

Fragmentos da minha análise com Célio – Paula Ângela de Paula

Psicanálise e a democracia radical segundo Célio Garcia – Renato Carlos Vieira

Uma clínica em constante invenção – Ricardo de Menezes Macedo

Para Célio, com carinho – Samyra Assad

Célio Garcia: três encontro memoráveis – Sandra Arruda Grostein

Um analista infamiliar – Sérgio de Campos

A partida de Célio – Sérgio Laia

Ao Célio Garcia – Sergio Mattos

 

Escritos de Célio Garcia

Nas curvas de Lesbos

Amor cortês para o dia dos namorados e das namoradas

Exercício para pensar uma política

Lógica dos Mundos

Materialismo democrático e dialética materialista

A importância da Internet

O desafio da Filosofia, da Psicanálise e da política

Neurociências: plasticidade ou flexibilidade?

Eu vou de Glauber Rocha

Como, nos anos 80 , saímos do regime que nos foi imposto na quadra 64/68?

Somente a utopia nos salva da catástrofe

CURINGA 50

R$ 60,00

Sumário CURINGA 50

CARTAS NA MESA

12 Sobre a morte: excertos, cartas e uma anotação inédita 

  Sigmund Freud 

22 Epidemia e psicanálise

Fernanda Otoni

INTERNACIONAL

32 O amor e o mal-estar na civilização no século XXI, da mentira hedonista à experiência ética

Clotilde Leguil 

O AMOR E O OUTRO SEXO

50 Cristianismo, um supereu todo-amor

Jésus Santiago

61 No ‘fulgor das ausências’, dizer o indizível

Lucíola Macêdo

73 A falha do amor não o condena

Sérgio de Mattos 

83 O feminino infamiliar em Medeia

Cristiane Barreto

92 Erotomania: um modo de amor feminino

Frederico Feu de Carvalho

103 As parcerias e o amor em Lacan: 

da crença à impossibilidade da relação sexual

Mariana Furtado Vidigal

RESSONÂNCIAS DO PASSE

114 O passe, a amizade e o Outro sexo

Sérgio Laia

EXTIMIDADES

132 Fui Medeia, hoje não sou mais

Teresa Virgínia Ribeiro Barbosa

SUPERVISÃO: EFEITOS DE FORMAÇÃO

150 Um ponto de basta

Elisa Alvarenga

159 Comentário da apresentação: “Um ponto de basta”, de Elisa Alvarenga

Ram Mandil

RADAR 

168 A interpretação: da verdade ao acontecimento

Éric Laurent

EL AUTISMO, ENTRE LALENGUA Y LA LETRA, PATRICIO ALVAREZ BAYÓN

R$ 120,00

Comencemos por esa pregunta que Lacan se hace en ‘La tercera’, pregunta que usted destaca en su libro: ‘¿Cómo es posible que de lalengua se precipite una letra?’ […]
El lenguaje privado es un testimonio por excelencia de la construcción de un borde específico entre el sujeto y el Otro con el que tiene que vérselas. El sujeto se extrae de lalengua común apoyándose en la repetición de la inscripción de palabras en el cuerpo. El sujeto no está hecho para comunicarse, sino para insertarse en el mundo de modo autoerótico. Y son los recorridos que el sujeto compondrá los que le permitirán obtener esta inclusión en el mundo.
Los casos clínicos que se incluyen en este libro dan ejemplos vivos de cómo opera, en nuestra orientación, el partenaire analítico del sujeto autista, sea niño o adulto. Queda en el lector poder leer lo que en el encuentro terapéutico se ha escrito en una cesión de goce.

Del Prodiálogo de Eric Laurent

Esgotado

LA DIFERENCIA DE LOS SEXOS – NO EXISTE EN EL INCONSCIENTE

R$ 120,00

“Ha estallado la tormenta, la crisis trans se nos viene encima”. Así indicaba Jacques-Alain Miller hace poco, y no sin cierta ironía, el momento actual del debate sobre lo trans y lo transgénero en la clínica y en la política. Un discurso de Paul B. Preciado, famoso trans, dirigido a los psicoanalistas en la Ecole de la Cause freudienne fue la espoleta que volvió a poner sobre el tapete la posición del psicoanálisis de orientación lacaniana sobre el tema. ¿Heteropatriarcal? ¿Homófobo? Basta con leer como conviene algunas líneas de Freud y de Lacan para dejar estas diatribas fuera de juego. Pero el tema va mucho más allá y toca el lugar de lo sexual, de lo masculino y de lo femenino en el ser humano que habla y goza sin llegar a poder inscribir una relación entre los sexos. ¿Binarismo? ¿Diferencia? ¿De qué pasaje se trata en lo trans desde Un sexo al Otro? Conviene partir de la indicación freudiana: no hay inscripción de la diferencia de los sexos en el inconsciente. Para seguir después con el aforismo lacaniano: no hay relación sexual que pueda escribirse. Y responder desde allí al debate suscitado hoy por el discurso trans.

MODO DE GOZAR EN FEMENINO

R$ 120,00

Mientras las mujeres se afirman en la escena mundial y las categorías sexuales se multiplican, el psicoanálisis revela que lo femenino no se reduce a datos biológicos o culturales. Este libro explora lo femenino fuera del género y más allá del fantasma. De lo que dicen los analizantes y extrae algunas experiencias de goce.

La sexualidad femenina, el “continente negro” del psicoanálisis freudiano, es un misterio. De ese agujero negro, Marie-Hélène Brousse hace surgir efectos de saber. El vacío sitúa un erotismo propio a lo femenino. Ella precisa aquí los avances de Lacan aislando un goce que no es fálico, no localizable, indecible, que tiene afinidad con lo infinito.

Lo femenino es un modo de gozar que cuando se experimenta siempre sorprende a los seres hablantes, un goce fuera de sentido y fuera de la ley, pero no, fuera del cuerpo.

Carta de São Paulo – Ano 28 – nº1 – ABRIL 2021

R$ 60,00

9 – EDITORIAL – Daniela de Camargo Barros Affonso.

SUBVERSÕES, PROVOCAÇÕES
13 – Apresentação das Jornadas (Fora de Série) da EBP-SP – Subversões – Valéria Ferranti.
17 – Lançar uma pergunta: sobre as relações do sujeito e o Outro – Paola Salinas.
27 – Revolução e subversões em psicanálise: do “isso gira” ao “isso cai” – Niraldo de Oliveira Santos.
35 – Subversão criativa – Daniela de Camargo Barros Affonso.

LEITURAS DA SUBVERSÃO
42 – O inconsciente freudiano e o sujeito do inconsciente – Camila Popadiuk.
48 – Interpretação e Subversão do sujeito – Jovita Carneiro de Lima.
54 – O falo, o gozo rebelde e o significante – Raquel Diaz Dagenszajn.
62 – Subversão do sujeito… uma versão da pulsão – Rosângela C. Castro Turim.
68 – A potência subversiva da psicanálise: pontuações a partir de “Subversão do sujeito e dialética do desejo no inconsciente freudiano”  – Fabiola Ramon.
80 – Pontuações do texto “Subversão do sujeito e a dialética do desejo no inconsciente freudiano” : como nos servir desse texto em tempos atuais – Alessandra Sartorello Pecego.
85 – Subversões do pai – Gustavo Oliveira Menezes.
94 – Uma leitura de “Subversão do sujeito e dialética do desejo no inconsciente freudiano” – Heloisa Prado Telles.
103 – Significante e gozo – “Orientação de leitura” de alguns parágrafos de “subversão do sujeito e dialética do desejo no inconsciente freudiano” – Sérgio Laia.

SUBVERSÃO E DESEJO DO ANALISTA
143 – Fora de Série – Clara Maria Holguin.
152 – Subversivo ainda – Oscar Reymundo
158 – Autismos: subversão da clínica psicanalítica? – Tatiana Cristina Vidotti.
163 – Desejo do analista e o analista no lugar de dejeto – Camila colás Sabino de Freitas.
168 – A subversão do desejo do analista – fazer existir a psicanálise na época neoliberal – Aníbal Lessere.

O FEMININO E AS SUBVERSÕES
184 – A subversão feminina – Gabriela Camaly.
195 – Subversões do feminino – Mônica Camargo.
202 – O syngué sabour de uma mulher – Patrícia Badari.
208 – O não-binarismo de gênero é subversivo? – Eduardo Vallejos.
214 – A subversão da feminização do gozo – encontrar-se com Outra leitura e satisfação – Eduardo Benedicto.

DO UM AO NÓS
220 – A subversão do UM – Bernardino Horne.
224 – Breve comentário sobre o tema das Jornadas (Fora de Série): Subversões – Eliane Costa Dias.
230 – Breves Notas Inspiradas na subversão – Cássia Guardado.
237 – A subversão dos nós – Mariana Galletti Ferretti.

SEGREGAÇÃO, SUBVERSÕES, SUBLIMAÇÕES.
243 – Literatura, política e subversão – a obra de Lima Barreto – Ricardo Souza de Carvalho.
276 – A Subversão cômica – Veridiana Marucio.
283 – Invenções <>Subversões – Eliana Machado Figueiredo.
293 – Lacan com Agamben: o inconsciente freudiano e o nosso, contemporâneos – Fabrício Donizete da Costa.
299 – Arte, Política e subversão – Rosana Paulino.
337 – Política do sintoma e extravio do gozo – Miquel Bassols.

O ENSINO DOS AMEs

346 – Subversões e alinhamentos – Maria Cecília Galletti Ferretti.
352 – A subversão da formação do psicanalista – Rômulo Ferreira da Silva.
362 – O novo a.normal – Jorge Forbes.