Cidade vazia*
Por Marie-Hélène Brousse Esse segundo texto se impõe como prolongamento do precedente (1), constituindo uma espécie de crônica dos tempos do coronavírus que se concluiu no vazio. Saí às ruas da cidade em que habito para fazer algumas compras munida de minha autorização para sair. Um sentimento, que se pode qualificar de “bizarro”, invadiu-me, então.…
