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CAUSA Y CONSENTIMIENTO

R$ 259,00

Resumo: Desde as primeiras linhas, este curso institui uma bússola: a orientação transferencial a Lacan. A sua perspetiva articula o tripé clínico, político e epistêmico, suporte da nossa prática, que evoca que a nossa ação é sustentada por uma ética que vai contra o hábito e a rotina, na medida em que valoriza a função do desejo decidido como efeito de um causa, o objeto a, que não pode ser explicado pela razão. Sua consistência é evidenciada sobre o fundo de uma descontinuidade. Se a lei é a continuidade, a causa introduz o heterogêneo. Causa e consentimento é um binário consistente que funda a fórmula “Somos sempre responsáveis por nossa condição de sujeitos” – pedra basal para o consentimento da posição subjetiva. Sua perspectiva clínica nos submerge em considerações que nenhum praticante deveria desconhecer. Conceitos como a responsabilidade do analista, o status da demanda e o papel das entrevistas preliminares encontram toda a sua importância neste curso. Destaca-se também o valor da interpretação, que não depende da aprovação do analisando, mas se baseia na expulsão do consentimento do sujeito quanto ao campo da estrutura, a fim de nos orientar na busca da causa, que é antes de tudo a causa do mal. É ela quem impulsiona a análise, como preâmbulo para mostrar a causa do desejo em seu laço com o gozo – condição necessária para que o trabalho analítico proceda à hystoerização do analisante. Texto: Oscar Zack Tradução: Ivone Maia

DEL SÍNTOMA AL FANTASMA Y RETORNO

R$ 179,00

Resumo: Este curso foi precedido por uma conferência diante do próprio Lacan no Encontro Internacional de Caracas. Foi um encontro que marcou um antes e um depois na conformação do Campo Freudiano. A busca de Miller é decididamente orientada pelo que, como praticante, ele busca obter em uma cura psicanalítica. Trata-se de ir mais além de “A instância da letra no inconsciente ou da razão desde Freud” a partir dos conceitos de objeto a e o campo do gozo. Não é por acaso que ele se serve do Freud da segunda tópica. Partindo da formulação princeps de conceber o final da análise em termos da travessia da fantasia, o curso é concebido tal e qual a direção da cura: do sintoma ao fantasma, com a promoção do objeto a no núcleo da elaboração. Desse modo, Miller nos apresenta o “Outro Lacan”. Se trata de por em funcionamento no fantasma as peças separadas do corpo que são os objetos a, e colocá-lo à prova no paradigma freudiano de “bate-se numa criança”. A fantasia rechaça que não há relação sexual, pois busca construí-la por meio do objeto. Porque isso? “A boa repressão neurótica também se baseia na Verwerfung, na foraclusão um significante. Portanto, devemos propor uma Verwerfung do significante unário que funda a psicose humana ”. Esta formulação luminosa de Miller vai antecipar uma clínica não estruturalista. Texto: Osvaldo Delgado Tradução: Ivone Maia

EL LUGAR Y EL LAZO

R$ 200,00

O Lugar e o Laço evidencia a promoção do sintoma como referência clínica em termos de sinthome (o qual responde à orientação para o real, que nomeia o fora de sentido), que põe em evidência o que Lacan tinha proposto como autonomia e prevalência do simbólico sobre o imaginário e o real, estabelecendo a homogeneidade dos três registros. Destacando que essa equivalência desperta do sonho estruturalista de uma ordem, um universo de regras. Então, ali onde se encontrava a ordem simbólica como armadura e referência do sujeito, se inscreve a expressão modo de gozar.
Uma ordem sintomática, em que o próprio sintoma é a regra que instaura uma tensão entre o sintoma-mensagem, ponto de partida do ensino de Lacan, e que, enquanto recalcado é interpretável, e o sintoma modo de gozar, referência de seu último ensino, que não é interpretável como tal.
Esta concepção segundo a qual a verdade é o Um e não o Outro, que prefere o real, que introduz a noção de lalíngua, que inclui a referência ao vivente, e que não se guia pelo Nome do Pai, conduz Jacques -Alain Miller neste curso a revisar de uma maneira comovente o que Lacan havia mostrado.

EL PARTENAIRE-SÍNTOMA

R$ 232,00

Resumo: O sintagma parceiro, escrita, sintoma, é o título composto do curso Jacques-Alain Miller ministrado em Paris nos anos 1997-1998. Embora os temas de cada um de seus cursos sejam caracterizados por uma descontinuidade, uma pontuação, um acento esclarecedor do ensino de Lacan, O parceiro-sintoma é o efeito direto do curso ministrado no ano anterior junto com Eric Laurent, intitulado “O Outro que não existe e seus comitês de ética. ” Nessas aulas, Miller examina de forma nítida e precisa a vida amorosa e as consequências clínicas de um mundo em que o Outro não existe e apresenta uma perspectiva original do fim da análise. O sintoma não é mais apenas uma disfunção decifrável por meio de uma substituição significante. O último ensino de Lacan mostra que mesmo sendo Unlust, desprazer, é também o retorno da pulsão e, portanto, é sempre interpretável como satisfação. Nessa perspectiva, sempre se goza do sintoma, ainda que seja perturbador. O gozo se apresenta como sintoma. Texto: autor não identificado Tradução: Ivone Maia

EL ULTIMÍSIMO LACAN

R$ 169,00

Resumo: “Para este curso (…) falo do primeiro Lacan, isto é, dos primeiros dez anos de seu ensino a partir de “Função e campo da fala e da linguagem em psicanálise”. E falo também do último Lacan, isto é, do que começa a se desenvolver a partir do vigésimo seminário, Mais, ainda. No meio, há portanto, um segundo Lacan, que começa com Os Quatro Conceitos Fundamentais da Psicanálise. Mas vou acrescentar uma partição suplementar neste tipo de repartição. Dentro do último Lacan, temos que distinguir o ultimíssimo Lacan, que abre um campo no qual ainda não entramos realmente, ou pelo menos, cujo uso não é habitual para nós”.

EXTIMIDAD

R$ 220,00

Resumo: “Extimidad a palavra já se tornou corriqueira no campo da psicanálise lacaniana e começa a ser usada além dele. Nós a encontramos em periódicos como um nome comum daquilo que, sendo muito íntimo e familiar, converte-se ao mesmo tempo em algo radicalmente estranho. E é verdade que essa palavra diz muito bem em sua estranheza neológica de uma propriedade do sujeito de nosso tempo, um sujeito sempre exilado de si mesmo, que só parece encontrar seu ser mais íntimo no mais distante e deslocado dele. A palavra foi inventada por Jacques Lacan – aparece pela primeira vez em seu seminário sobre A ética da psicanálise em 1958 – e, ainda que usada poucas vezes ao longo do seu ensino, foi recuperada e reelaborada por Jacques-Alain Miller neste curso de 1985 que agora se publica. (…) Para o sujeito de nosso tempo, a extimidade se faz presente como um gozo que toma as formas mais variadas de seu sintoma. Esse gozo, tal como assinala aqui Jacques-Alain Miller, apresenta-se como “algo exterior, liberado de si mesmo, rechaçado da linguagem. Já não é êxtimo ao Outro, mas foracluído, e retorna no real.” O leitor encontrará assim neste livro, nova rendição do curso de Jacques-Alain Miller no qual seguem se formando várias gerações de psicanalistas, o modo como eles devem fazer presente a extimidade própria à psicanálise para estar à altura de seu tempo.” Miquel Bassols

LA EXPERIENCIA DE LO REAL EN LA CURA PSICOANALÍTICA

R$ 261,00

Resumo: “Neste curso sobre “ A experiência do real na cura psicanalítica”, Jacques-Alain Miller percorre as distintas escansões no ensino de Jacques Lacan referentes à experiência do real. Ao longo desse percurso, Jacques-Alain Miller aborda conceitos fundamentais da prática psicanalítica como defesa, recalque, sintoma, gozo e pulsão, e em seguida, os seis paradigmas do gozo. Tais desenvolvimentos culminarão na noção de corpo vivo para a psicanálise, isto é, um corpo afetado pelo gozo. Se trata da incidência da língua no ser falante que deixam marcas no corpo, que o perturbam e que produzem sintomas”.

Sutilezas Analíticas

R$ 209,00

En el marco de un “retorno a la clínica”, Jacques-Alain Miller renueva en este curso su orientación. Ya no lo hará bajo el signo de la estructura y sus articulaciones, sino en el más allá de ella, en el encuentro con los elementos absolutos que condicionan la existencia contingente del sujeto. Puestos en este camino, la interpretación no será simbólica, apuntando a la articulación significante, sino discontinua, orientada a la ruptura de dicha cadena. El camino que esta clínica nos propone es lo singular, cuyo nombre no puede ser otro que el de sinthome. El texto presenta también nuevas perspectivas del pase y su articulación con los nuevos conceptos. El llamado parlêtre se presenta como el que testimonia sus cambios de posición respecto de lo que no cambia, es decir, de su modo de gozar. La palabra en análisis debe obligarse a ser irreflexiva; es lo que llamamos “asociación libre”. Esa palabra irreflexiva se presentará como el inconsciente. Pero también será necesario un llamado a reflexionar sobre la palabra irreflexiva, lo que es presentado como los embrollos de lo irreflexivo y lo reflexivo. Partimos de la experiencia de la palabra y por lo tanto en un cierto momento caemos sobre restos, residuos. La interpretación es un modo especial de decir, que no es de la dimensión de la significación, ni de la verdad, sino que acentúa en el significante la materialidad el sonido. El concepto de síntoma termina forjándose sobre estos restos. Lo que soy no es más que la manera en que eso se goza. El cogito lacaniano –soy donde eso se goza– conforma, así, una de las claves de este texto. Los lectores de este curso encontrarán aquí ricas precisiones sobre temas diversos: la interpretación, el inconsciente, el síntoma, la asociación libre, el parlêtre, el lugar del goce en la clínica y el pase.