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CORREIO 46

R$ 9,99

Regulamentação da Psicanálise

Suplemento Especial.

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CORREIO 45

R$ 9,99

“…A dissolução do sintoma no real” é uma expressão que encontramos em um texto de Jacques Lcan, de maio de 1977, chamado “Rumo a um significante novo” . Ela expressa um modo de responder à pergunta: como a psicanálise cura?

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CORREIO Nº ESPECIAL

R$ 13,99

… Para levarmos adiante, hoje, o que foi proposto, é necessário verificar se o que se passa é da ordem de um “eu desejo”, desvinculado de toda lógica d demanda institucional e ligado a algo que possa evidenciar uma originalidade elevada a condições mesmo de um “eu fundo”, tal como Lacan o expressa em sua “Ata de Fundação”

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Correio 16

R$ 6,99

A Direção da Escola 199 – 1997

Este é um numero especial do Correio trazendo reflexões, projetos, duvidas, realizações… da primeira Diretoria Geral da Escola Brasileira de Psicanalise, que cumpriu seu mandato de agosto de 1994 a abril de 1997.

 

Jorge Forbes

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CORREIO 15

R$ 6,99

Perigos de Escrever Psicanálise e Instituição projetos e Feitos

…Não gosto de divisões, creio que a literatura não tem sexo. Contudo, principalmente a ficção (poesia e prosa) tem sempre uma conotação especifica, quero dizer, a literatura feita pela mulher tem certas características decorrentes desse sexo, compreende? …

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Correio 12

R$ 9,99

Receitar é implicar-se, é induzir transferências pelo fato mesmo de que o terapeuta se receita junto…

…Receitar na psiquiatria, é também um ato, tal como é entendido na medicina: supõe uma decisão do psiquiatra que se ápoia sobre o diagnóstico, sobre a ação suposta dos psicotrópicos, de suas contra indicações, e que leva conta as questões levantadas pelo sujeito. Por tanto é a partir dessa apercepção global que permite integrar esses diferentes parâmetros que se toma essa decisão.

OFÍCIO DO PSICANALISTA II: POR QUE NÃO REGULAMENTAR A PSICANÁLISE

R$ 60,00

 “FORMAÇÃO DO ANALISTA, LEI, INCONSCIENTE, ÉTICA DA PSICANÁLISE”

Esse livro é resultado do trabalho de luta contra a regulamentação da psicanálise, cujo início se deu no ano de 2000. São quatorze trabalhos das dezoito instituições que compõem o “Movimento Articulação das Entidades Psicanalíticas Brasileiras”, acompanhados de documentos importantes que fizeram parte desse processo, tais como cartas, resoluções, e outros registros. Quanto aos artigos, portanto, eles obedecem a algo inédito na história do movimento psicanalítico até então: orientações psicanalíticas institucionais diversas reunidas em torno de algo comum – manter a psicanálise fora dos ideais políticos e religiosos.

Essa batalha continua, e, tal como a formação do analista, parece que será permanente.

                                                                                                                                             Samyra Assad.

 

 

CAUSA Y CONSENTIMIENTO

R$ 259,00

Resumo: Desde as primeiras linhas, este curso institui uma bússola: a orientação transferencial a Lacan. A sua perspetiva articula o tripé clínico, político e epistêmico, suporte da nossa prática, que evoca que a nossa ação é sustentada por uma ética que vai contra o hábito e a rotina, na medida em que valoriza a função do desejo decidido como efeito de um causa, o objeto a, que não pode ser explicado pela razão. Sua consistência é evidenciada sobre o fundo de uma descontinuidade. Se a lei é a continuidade, a causa introduz o heterogêneo. Causa e consentimento é um binário consistente que funda a fórmula “Somos sempre responsáveis por nossa condição de sujeitos” – pedra basal para o consentimento da posição subjetiva. Sua perspectiva clínica nos submerge em considerações que nenhum praticante deveria desconhecer. Conceitos como a responsabilidade do analista, o status da demanda e o papel das entrevistas preliminares encontram toda a sua importância neste curso. Destaca-se também o valor da interpretação, que não depende da aprovação do analisando, mas se baseia na expulsão do consentimento do sujeito quanto ao campo da estrutura, a fim de nos orientar na busca da causa, que é antes de tudo a causa do mal. É ela quem impulsiona a análise, como preâmbulo para mostrar a causa do desejo em seu laço com o gozo – condição necessária para que o trabalho analítico proceda à hystoerização do analisante. Texto: Oscar Zack Tradução: Ivone Maia