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Memórias perdidas no tempo, memórias escritas no corpo: Psicanálise e práticas da Letra

R$ 29,99

Produto vendido pela AMAZON

Um traço perpassa essa publicação, organizada por Ana Lucia Lutterbach e Bruna M. Guaraná, junto a uma comissão: a insistência em investigar e registrar, mesmo na impossibilidade dos encontros presenciais, o que relança à vida e à escrita.

Diante da pandemia da Covid-19 – que marcou o ano de 2020, continuando nesse 2021, e alterou o modo como nos reuníamos, no ICP, em torno das pesquisas dos Núcleos e Unidades de Pesquisa –, o desafio de encontrar o jeito de fazer foi aceito por cada um. E aqui há um testemunho dos achados do Núcleo Práticas da Letra, em torno de sua busca por uma escrita que dê lugar ao real.

Interessante é acompanhar como cada texto se erige em torno desse ponto, o que nos faz retomar o que relança a pesquisa no ICP: que cada participante, do momento em que esteja de sua formação, possa ser tomado a compartilhar, entre a causa que mobiliza a pesquisa do Núcleo, e a que o mobiliza em seu desejo, seus preciosos e únicos achados, o que faz uma composição poder acontecer como evento único, que não se repete.

O que se apresenta aqui ressoa com a publicação anterior2: a pergunta por uma escrita que contemple o real continua, com outros elementos e referências em jogo, adentrando, em cada volta a mais da pesquisa, um aspecto que não faz desaparecer o que vem antes, mas o incorpora para que não se perca o real em jogo, e que não se chegue a uma resposta – que não há. E cada autora e autor, tanto aqui como na primeira publicação, não se perde em um coletivo, mas pulsa, dando de si, algo a mais que faz um arremate, e não um todo.

Recebemos esta iniciativa do Práticas da Letra, que registra seu percurso de investigação no ano de profundos reviramentos, com o entusiasmo de quem aprende com as adversidades que fazem furo no funcionamento habitual. E não se trata disso mesmo no que concerne ao coração da psicanálise?

O Enigma China

R$ 40,00

DESCRIÇÃO

Em quarenta anos a China passa de país miserável a maior economia do Planeta, de acordo com algumas estimativas. Experiência em escala temporal de rapidez sem precedentes na história da humanidade.

Cultura  multimilenar complexa,  num breve retrospecto histórico é possível constatar que a China desenvolveu o mais antigo e amplo sistema comercial do mundo, a Rota da Seda; realizou invenções como a bússola, a pólvora, o papel e a imprensa;  construiu a Grande Muralha e o Grande Canal; constituiu a mais avançada burocracia pública, com o mandarinato e a combinação pacífica de Confucionismo, Taoísmo e Budismo; unificou as relações entre as várias etnias e línguas por meio de uma língua oficial, o Mandarim. Assim, até os séculos XV e XVI, a China era o Império, o Estado e a sociedade mais desenvolvidos do mundo.

Houve o declínio e, agora, o ressurgimento, em contraste com as múltiplas crises do Ocidente, temas trabalhados no livro.

Soma-se à abordagem histórica a abordagem econômica e o comentário psicanalítico, que é psicanálise aplicada ao campo da política. Saber o que se passa na China é fundamental para saber o que se passa no mundo de hoje, inclusive no Brasil.

RUÍDOS E SILÊNCIOS DA VIDA CONFINADA

R$ 77,00

A pandemia entrou em nossas vidas com o roteiro já escrito por Hollywood. Desde a moda dos disaster movies dos anos 70, não há um ano que a terra não seja destruída por cometas, terremotos, vírus e zumbis. Sem uma narrativa própria do horror, iniciamos a pandemia projetando nossos piores pesadelos no mundo existente no outro lado da porta. Rapidamente muitos hábitos mudaram, as casas passaram a ter suas portas manchadas pelo álcool e água sanitária, houve um boom dos serviços delivery e das vendas de produtos para home office. As redes sociais também mudaram. As selfies desapareceram, passamos ao mundo das lives, novo modo de mostrar que o corpo ainda está vivo. Custou um tempo para compreender que teríamos que inventar nosso próprio fim de mundo, sem trilhas sonoras, sem letreiros no fim nem grandes heróis. Nossos heróis dessa vez não morreram de overdose, morreram à deriva, abandonados por políticas que se afastaram da conversação democrática.

SER MÃE

R$ 50,00

Mulheres Psicanalistas Falam da Maternidade.

O SONHO

R$ 55,00

Scilicet-Sonho

“Passamos nosso tempo a sonhar, não sonhamos somente quando dormimos”.

JACQUES LACAN – “O Momento de Concluir”

O sonho. Sua interpretação e seu uso no tratamento lacaniano é o tema escolhido  pela associação mundial de psicanálise para seu congresso bienal. O desafio é dar conta da prática contemporânea dos psicanalistas de orientação lacaniana em relação ao sonho. Portanto, este Scilicet visa ao cerne da prática analítica. Seu objetivo é o de definir a céu aberto a maneira pela qual os sonhos são analisados nos tratamentos de hoje em dia. Assim, prezado leitor, você poderá saber como o sonho é interpretado e qual uso se faz disso no tratamento.  Este volume é o oitavo da série Scilicet, cujo título é retomado da revista epônima criada por Jacques Lacan, que assim se dirigia a cada leitor: – “Tu podes saber”. Scilicet é uma ferramenta fundamental a serviço do saber exposto dos psicanalistas, mobilizada por ocasião de cada congresso da Associação Mundial de Psicanálise (AMP). Na abertura deste volume, temos a alegria de oferecer aos leitores de Scilicet um texto de Jacques-Alain Miller, “Despertar”, escrito em 1979.

O TEMPO O OBJETO NA CLÍNICA PSICANALÍTICA COM CRIANÇAS – Clínica Psicanalítica com Crianças VOL 1

R$ 70,00

A construção proposta sob o título “O tempo e o objeto na clínica psicanalítica com crianças” demonstrou-se complexa em todo seu percurso, uma vez que os termos envolvidos – a criança, o objeto e o tempo – erigem cada um deles um edifício próprio para sua sustentação, fazendo-se necessária uma descrição das maneiras como se engendram esses termos na clínica psicanalítica com crianças. A psicanálise revela que a infância inaugura um tempo de encontro do sujeito com suas perguntas fundamentais sobre o sexo e a existência. Freud pode escutar em sua clínica, a criança que existe no adulto, a neurose infantil que emerge na fala do sujeito e em sua conduta, que repete o que não pode ser rememorado. A clínica psicanalítica testemunha os obstáculos encontrados pelo sujeito no caminho da satisfação de seu desejo, pela via do objeto. O objeto a é, legitimamente, uma invenção de Lacan: nem tudo em análise será transformado em palavras. Há algo que resiste à significação, o objeto a que é então reduzido a uma função lógica de representar o que não pode ser representado. Assim, o objeto não é um dado a priori, ele terá que ser construído no interior da experiência psicanalítica – eis um dos desafios para os psicanalistas de crianças.

Tributo a Célio Garcia

R$ 65,00

Sumário

Prefácio

Testemunhos

 

Célio Garcia: entre a diplomacia e o ministério – Alberto Murta

Célio Garcia , em Belo Horizonte: uma homenagem – Ana Maria Lobosque

Para Célio, ainda – Andréa Gontijo Álvares

Dois momentos –  Bernardino Horne

Célio Garcia, uma psicanalista – Cleyton Andrade

A videira e o morang0 – Celso Rennó Lima

Célio Garcia: “Para onde vai o amor quando o amor acaba?” – Cristiane Barreto

Que saudade! – Cristina Drummond

Carta sobre Célio Garcia. Internet e estilo – Cristina Sandra Pinelli Nogueira

Do que se trata – Cristina Vidigal

O filme (de rua) como pro-jeto de vida – Daniel Carneiro e Joanna Ladeira

4+1 Encontros com Célio Garcia – Dário de Moura / Débora Matoso

Eneida Santos / Marcos Bortolo

Um orientador sutil – Elisa Alvarenga

Minha análise com Célio Garcia – Fabíola Botelho Campos Serrano

Do asfalto vermelho a um chá em Paris – Fernando Antônio Botoni

Confissões – Francisco Paes Barreto

Papéis no chão: lembranças de Célio Garcia – Frederico Feu de Carvalho

O inconsciente é a rua Santa Maria de Itabira ao anoitecer – Gilson Iannini

Célio Garcia: considerações acerca de sua presença no mundo – Ilka Franco Ferrari

Com suas palavras – Inês Seabra Abreu Rocha

Encontros com Célio Garcia – Iordan Gurgel

Uma presença inquietante – Jefferson Machado Pinto

Célio Garcia: o professor – José de Anchieta Corrêa

Encontro com o desassossego – Juliana Motta Meirelles

Da cumplicidade amiga – Lázaro Elias Rosa

“Me inclua fora dessa” – Ludmilla Feres Faria

Célio Garcia, uma forma de existência – Marcela Antelo

Um homem livre – Maria do Carmo Duarte-Ferreira

Célio Garcia e a construção da interface entre a Psicanálise e o Direito – Maria José Gontijo Salum

O psicanalista a ser inventado – Musso Greco

Fragmentos da minha análise com Célio – Paula Ângela de Paula

Psicanálise e a democracia radical segundo Célio Garcia – Renato Carlos Vieira

Uma clínica em constante invenção – Ricardo de Menezes Macedo

Para Célio, com carinho – Samyra Assad

Célio Garcia: três encontro memoráveis – Sandra Arruda Grostein

Um analista infamiliar – Sérgio de Campos

A partida de Célio – Sérgio Laia

Ao Célio Garcia – Sergio Mattos

 

Escritos de Célio Garcia

Nas curvas de Lesbos

Amor cortês para o dia dos namorados e das namoradas

Exercício para pensar uma política

Lógica dos Mundos

Materialismo democrático e dialética materialista

A importância da Internet

O desafio da Filosofia, da Psicanálise e da política

Neurociências: plasticidade ou flexibilidade?

Eu vou de Glauber Rocha

Como, nos anos 80 , saímos do regime que nos foi imposto na quadra 64/68?

Somente a utopia nos salva da catástrofe

CURINGA 48

R$ 50,00

INDICE

 

CARTAS NA MESA

10 O nó dos três círculos: o AP, o AME e o Passe

Elisa Alvarenga

 

INTERNACIONAL

18 Urgência: palavra sob a pressão de satisfação

Fernando Casula

20 Urgência e satisfação

Christiane Alberti

 

TRANSITORIEDADE: O TEMPO E O SONHO EM ANÁLISE

46 Nota ligeira sobre a “Transitoriedade”

Gilson Iannini

50 Transitoriedade (1916)

Sigmund Freud

54 Que tempo para a psicanálise?

Graciela Bessa

64 Do inconsciente atemporal à precipitação do tempo na sessão analítica

Maria Jose Gontijo Salum

73 Três considerações sobre o manejo do tempo na sessão analítica

Simone Souto

79 A urgência na experiência analítica

Laura Rubião

87 Tempo, trauma e acontecimento

Lúcia Grossi

93 Não se desperta jamais do sonho

Jésus Santiago

103 Sonho e inconsciente real

Ram Mandil

110 Onde não vês, Isso mostra

Henri Kaufmanner

 

RESSONÂNCIAS DO PASSE

124 O sonho: da transferência ao ultrapasse

Fabián Fajnwaks

139 Finalizar e arrematar

Sérgio Laia

 

EXTIMIDADES

150 Introdução à conversa com Daniel Jablonski

Frederico Feu de Carvalho

152 O sonho louco: conversa com Daniel Jablonski

 

SUPERVISÃO: EFEITOS DE FORMAÇÃO

176 O controle do analista praticante

Sérgio de Campos

 

RADAR

186 O repúdio à feminilidade

Patrick Monribot