Agente 17

AUTOR

vários

NÚMERO / EDIÇÃO

17

ANO

2018


SOBRE O LIVRO

EDITORIAL
Analícea Calmon

Uma orelha entalhada na areia – por Jerônimo Soffer – anuncia que o nº 17 da Revista Agente propõe ao leitor um percurso sobre o trauma e suas ressonâncias. Esse percurso se inicia com a enunciação de Marie-Hélène Brousse quando, em 2014, esteve entre nós. Sua enunciação aconteceu em quatro atos: o primeiro foi “O corpo falante: um novo nome para o inconsciente?”; o segundo abordou “Trauma e violência”; o terceiro e o quarto foram dedicados a “O trauma e o traumatismo”.
Em seguida, temos as ressonâncias da teoria do trauma, que se inauguram com o texto “Trauma”, de Christiane Alberti e Marie-Hélène Brousse. Seguem: Bénédicte Julien com “Um traumatismo pode esconder um outro”; Cecilia Gorondischer com “Tudo tem um final ou a estranha recompensa de uma análise”; Carlos Gustavo Motta com “Abuso infantil, filmes e outras ficções”; Fernanda Otoni com “Dessa vida que vai além da vida dos corpos”; Marcela Antelo com “A noite do trauma” e Nilton Cerqueira com “Rastros do trauma”.
Ainda que não haja dissociação entre a teoria e a clínica, uma rubrica faz incidir as ressonâncias do trauma na clínica, apresentando “A descrição de uma melancolia ordinária”, por Marita Salgado e “O trauma na clínica atual”, por Célia Salles.
Continuamos a clínica com a experiência do passe, da qual falam: Oscar Ventura, intercalando “Silêncio, memória, ruído…”, e Anaëlle Leibovits-Quenehen, relatando o “Itinerário de uma traumatizada ordinária”.
Jean-Louis Gault, com “Lacan e o uso do conceito”, inaugura a rubrica Episteme, que a Agente passa a acolher.
Passando da intensão para a extensão, a rubrica Psicanálise e Universidade apresenta o artigo “Devastação feminina: um estudo da teoria da clínica atravessado pela literatura”, da autoria de Ivone Maia.
Desta vez é a voz do autista que nos convida à leitura, tendo como incentivo o comentário de Alice Munguba sobre o texto de Jean-Claude Maleval, “O autista e sua voz”.
Concluímos homenageando o nosso querido e inesquecível colega Luís Henrique Vidigal, a quem dedicamos o nº 17 da revista Agente.

ÍNDICE

 

Editorial

Analícea Calmon

 

XXI Jornada EBP-Bahia: Atualização do trauma

 

Seminário Marie-Hélène Brousse

 

    O corpo falante: um novo nome para o inconsciente?

II    Trauma e violência. Conferência na Universidade

III  O trauma é o troumatismo

IV  O trauma é o troumatismo

 

Ressonâncias da teoria do trauma

 

Trauma

Christine Alberti e Marie-Hélène Brousse

Um traumatismo pode esconder um outro

Bénédicte Julien

Tudo tem um final ou a estranha recompensa de uma análise

Cecilia Gorosdischer

Abuso infantil, filmes e outras ficções

Carlos Gustavo Motta

Dessa vida que vai além da vida dos corpos

Fernanda Otoni de Barros-Brisset

A noite do trauma

Marcela Antelo

Rastros do trauma

Nilton Cerqueira

 

Ressonâncias do trauma na clínica

A descrição de uma melancolia ordinária

Marita Salgado

O trauma na clínica atual

Célia Salles

 

Passe

Silêncio, memoria, ruído… e esquecimento

Oscar Ventura

Itinerário de uma traumatizada ordinária

Anaëlle Lebovits-Quenehen

 

Episteme

Lacan e seu uso do conceito

Jean-Louis Gault

 

Psicanálise e Universidade

Devastação feminina: um estudo da teoria da

clínica atravessado pela literatura

Ivone Maia de Mello

 

Leituras

O autista e sua voz de Jean-Claude Maleval

Alice Munguba

 

Colofón

Luiz Henrique Vidigal

 

Apresentação dos Autores

Resumos

Normas de publicação

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